Diversidade, inclusão social e sustentabilidade na passarela do Moda Contemporânea Mineira

Nos dias 2 e 3 de dezembro, no Plug Minas, acontece a 1º Edição do Movimento Moda Contemporânea Mineira (MCM). O evento reúne novos talentos da moda mineira, marcas que promovem uma filosofia de bem estar ao planeta, ao próximo e aos animais. Além de feira de negócios, palestras, atividades culturais e exposições inéditas, o público vai poder conferir 10 desfiles divididos entre os dois dias do MCM.

Modelos Plurais nos desfiles do MCM

Com o propósito de buscar visibilidade à diversidade, parte dos desfiles serão modelados por pessoas de baixa estatura, trans, deficientes, idosos, negros, plus size e outras estéticas plurais, selecionados por edital do Movimento MCM, com curadoria da  The Agent Models que, após o evento, farão parte do casting de um projeto piloto da agência.

Veja o line-up oficial:

As marcas Picê e Rodrigo Bessa desfilam no dia 2 de dezembro, às 17h

Sábádo, 02 de dezembro 2017

17h30: Picê, Isô e Rodrigo Bessa

 20h30: Norb Brand e Coletivo Black Brands (Carlos Henrique, Agbô, Guetto e Diginane Hiorrana)

 

Domingo 03 de dezembro 2017

15h: FEM/MANFemme Intime e Prosaico

17h30: Viva Active e Coletivo (Marcas do salão de negócios MCM)

Os desfiles acontecem no Salão Sinestesia, que tem capacidade para 300 pessoas. O público deve retirar o convite uma hora antes de cada bloco de desfile.Os ingressos para o Moda Contemporâneo Mineira são gratuitos e podem ser retirados no site Sympla. A curadoria é do professor e Diretor Criativo do MCM, Aldo Clécius.

 

Carta de Princípios do Movimento MCM

As marcas selecionadas e todas as atividades culturais e intelectuais envolvidas no MCM seguem os seguintes princípios:

  • Produzir de maneira local e autoral;
  • Preservar a memória, saber local e sabedoria popular brasileira;
  • Manter práticas artesanais e de comunidades locais;
  • Comprometer-se com princípios de sustentabilidade;
  • Realizar upcycling;
  • Possuir princípios veganos;
  • Praticar comércio justo;
  • Ajudar na luta contra injustiças sociais, gerar emprego e renda para comunidades do interior, de baixa renda ou grupos em situação de risco social, pessoas com deficiência, LGBTQIs, empoderamento feminino, imigrantes e expatriados, promovendo igualdade racial, tolerância religiosa, paz e bem-estar nas comunidades em que atuam;
  • Combater o trabalho análogo à escravidão;
  • Promover bem-estar e estilos para idosos;
  • Desenvolver ideias que façam o bem ao próximo, ao planeta e aos animais.

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